A minha primeira incursão pelo trance, chillout , ou aquilo que lhe queiram chamar, acompanhado por umas animações fornecidas pela NASA e ESA . Bom vid. e boa música – excelentes para o relax.
Vibrasphere – Manzanilla, do álbum Lime Structure
A minha primeira incursão pelo trance, chillout , ou aquilo que lhe queiram chamar, acompanhado por umas animações fornecidas pela NASA e ESA . Bom vid. e boa música – excelentes para o relax.
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Publicado por ifrias
O dia foi longo . Por volta das 16h fui buscar os Spektrum, uma banda da Batalha/Leiria que tem um excelente som e que marca também pela sua simpatia e disponiblidade que mostraram relativamente a nós para poderem tocar mesmo depois de terem tido concertos em datas anteriores. A tarde pautou-se por montar o ” estaminé”, nomeadamente baterias, e amplicação. Um excelente convivio entre os músicos, partilha de informações relativamente a alguns aspectos técnicos dos instrumentos em si, bem como as experiências pelas quais cada banda passa . Tudo isto acompanhado de boa música, cerveja e snooker
Ás 18h iniciou-se realmente o soundcheck, com os Underneath a debitarem uma ou duas malhar para habituar os ouvidos dos mais desabituados. Por volta das 21h30 foi tempo de ir jantar ao restaurante “O Painél” . Tendo como ementa, o belo do frango assado, com batatas e salada, vários assuntos dominaram a refeição . A discussão “farmacêutica” entre membros de Underneath, a partilha de experiências entre Spektrum e respectivas bandas, o jogo do Benfica – Estoril, etç etç etç .Por volta das 23h foi tempo de nos pormos a caminho para ajustar o som ao nosso gosto, para dar inicio ás hostilidades. Entre afinações e desafinações, começamos com o tema “Secret of the Sign”, seguido posteriormente para o tema Mystic Planet, onde se desenrolou o primeiro desaire da actuação com o fenómeno “Corda Partida” do guitarrista Hugo . No repert
ório constavam ainda os temas “March to the Sky” , “Eyes of the Night” , “The Crow ” , “Raise me”, “Battle ” e uma cover dos Black Sabbath do tema “Iron Man” . Após tocarmos o tema “March to the Sky” na perfeição, foi tempo de libertar os corvos com o tema “The Crow” . A música corre bem até ao final, onde se parte novamente uma corda . Entre trocar e não trocar, a banda decide mostrar algum do trabalho executado, nomeadamente com instrumentais, temas que não eram trabalhados há já algum tempo . Esta situação causou uma diminuição considerável no tempo de actuação, restando-nos a nós tocar os temas “Raise Me” e “Battle” , nos quais não foram observadas quaisquer falhas . Apesar dos dois “azares” ( não sei se esta é de facto a palavra mais indicada…) o concerto correu bem, e a opinião foi unânime por parte do parco público presente. Como alguém diz ou disse, aqui em Ourém não vale a pena organizar concertos . Principalmente nesta altura do ano . Esta situação deixa-nos a todos um pouco embaraçados, já que são encetados esforços para se conseguir uma noite decente ( em relação á qualidade de som que se pode produzir, contribuindo para a melhoria do concerto em si ) , resultando isto na não comparecência do público, mesmo o público que “parecia” importante e que de certa forma vei reiterar e ideia de que “só são precisos os que cá estam” … se bem que esta ideia não funciona muito bem em empresas com fins lucrativos como é o caso do Azenha bar e outros. Foi uma noite que resultou por causa da camaradagem entre as várias bandas e o sentimento de entreajuda que se viveu . Nada a apontar nos concertos seguintes : The Spektrum e Sacrilegion estiveram de igual para igual, praticando mais ou menos o mesmo som, conseguiram passar a mensagem de forma expressiva . Vai daqui um abraço ao “rapaz do som” ( LOL ) pelo bom trabalho desenvolvido e pela atenção mostrada para proporcionar uma boa experiência ás bandas . A noite terminou com Underneath . Um grande concerto sem dúvida . Não é possivel excluir nenhum dos músicos sendo q na totalidade todos tiveram uma excelente prestação.
Quando a “Silly Season” terminar logo se haverá de pensar em novos concertos na zona , desta feita com novo sangue, com outras bandas …De qualquer das formas vou dando novidades aqui no blog. Assim que conseguir arranjar as fotos, arranjarei maneira de as colocar aqui para partilhar um pouco o espirito da noite
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Aqui fica o tema “Verdelet” a retirar do álbum “Goat of Mendez ” dos britânicos Akercocke, uma excelente banda de death/black progressivo . Vale a pena ouvir a variedade de sons que estes senhores conseguem reproduzir na mesma música.
Outro brilhante tema deste colectivo :
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Aqui fica um tema do álbum “Ire Work” dos norte-americanos “The Dillinger Escape Plan” . Comentários são desnecessários face á genialidade da banda
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Aqui fica uma “comercialada” para o pessoal . Até gosto deste tema . Deste , do tema “Believe” e “raison d’etre” que penso já ter colocado aqui uma altura ( fazia parte do Opening de Claymore ) . É música mainstream mas de qualidade e sempre com o factor “o que é nacional é bom” em mente . Dou-lhes valor por causa disso. Por isso e não só . São uma banda que cativa o olhar , talvez por causa da excentricidade dos guarda-fatos e dos penteados que na minha opinião são bestiais . Fazem lembrar as personagens do FF ( leia-se Final Fantasy ) – Cloud especialmente .
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Publicado por ifrias
Ando de volta deste bicho há já algum tempo . Tem tudo : estética, som e qualidade .Segue abaixo uma fotografia relativa áquilo de que estou a falar. Talvez um dos factores que me leve a ponderar um modelo de marca diferente seja o facto deste não possuir outro pickup junto ao braço . De qualquer das maneiras acho que serve perfeitamente, até porque de acordo com o mesmo estilo não preciso muito de “ir ao braço” … 24 trastos e um sistema “floyd rose” devidamente licenciado, para aqueles “guinchos” á Children of Bodom . Aliás , o sr. Alex Laihlo toca com uma guitarra parecida a esta, com algumas diferenças ao nivel estético e ao nivel do hardware . Mas o que me interessa por agora é uma boa guitarra, que ofereça um bom som e que seja resistente . E penso que se fizer esta compra não ficarei mal servido.
Caracteristicas :
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Publicado por ifrias
Ora bem, a primeira vez que tomei conhecimento destes senhores, foi com o nº 4 ou 5 da revista Loud . Sim já foi á uns anitos ( em 2001 se não estou em erro ) . Sempre fiquei com “a pulga atrás da orelha” em relação á música que fazem , Para mim a mistura ideia – black metal com traços de death escandinavo á lá In – Flames/Soilwork/Outras que tais e com um sentido melódico bastante apurado . Um banda com B grande, que lança albuns com A grande, como muitas bandas que por ai andam e que assinam por editoras conceituadas não conseguem lançar . Isto sim é música na verdade sentido da palavra . É pena que *ainda* não tenham conseguido obter o nivel de reconhecimento que merecem . Se alguma vez estes senhores vierem a Portugal, serei o primeiro lá á frente a apoiar
E não costumo dizer isto muitas vezes, portanto …
De facto o primeiro álbum deles , o “Timeless Departure” está no meu top 10 de álbuns de todos os tempos juntamente a álbuns como “Brave New World ” de Maiden, “The Jester Race” , “Clayman” de In Flames, ” Spiritual Black Dimensions” de Dimmu Borgir , “From the Cradle to Enslave” dos Cradle of Filth ,”1st. Chapter ” – Circus Maximus .
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